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Sabbath Bible Lessons

Libertação

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Sábado, 6 de abril de 2019 Lição 1
O prometido Libertador Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a descendência dela; esta te ferirá a cabeça, e tu Lhe ferirás o calcanhar (Gênesis 3:15).
Estudo adicional:   Patriarcas e profetas, pp. 63-70 (capítulo 4: “O plano da redenção”). 
Na profecia relativa ao aniquilamento do poder de Satanás, [Adão e Eva] avistaram uma promessa de libertação da ruína que a transgressão havia operado. Embora devessem sentir o poder de seu adversário, dado que tinham caído sob sua sedutora influência e haviam escolhido desobedecer aos claros mandamentos de Jeová, não precisavam, contudo, entregar-se ao desespero total. — Profetas e reis, pp. 681 e 682.

1. A VIDA NO ÉDEN Domingo 31 de março
A. Qual era a condição humana antes da queda? Gênesis 1:27. Antes da entrada do pecado, nenhuma nuvem repousava sobre a mente de nossos primeiros pais que pudesse lhes obscurecer a percepção do caráter de Deus. Achavam-se perfeitamente conformados com a vontade do Senhor. Como uma bela cobertura de luz, a glória de Deus os circundava. Essa clara e perfeita luz iluminava qualquer coisa da qual se aproximassem. — Testemunhos para a igreja, vol. 8, p. 255. B. Como a natureza revelava Deus ao homem? Gênesis 1:31; Romanos 1:20. No Jardim do Éden, a existência de Deus era demonstrada, e Seus atributos revelados, em todos os objetos da natureza. Tudo aquilo em que seus olhos repousavam tinha algo a dizer. As invisíveis coisas de Deus, “tanto o Seu eterno poder como a Sua divindade” (Romanos 1:20), eram claramente vistas, fazendo-se compreensíveis mediante as coisas criadas. — Idem.

2. O PECADO TRAZ MUDANÇAS Segunda-feira 1º de abril
A. Que efeito o pecado exerceu sobre o mundo natural? Gênesis 3:17-19. Como isso afetou a compreensão humana sobre o caráter de Deus? A transgressão trouxe ruína sobre a Terra, interpondo-se entre a natureza e o Deus da natureza. Se Adão e Eva jamais tivessem desobedecido a seu Criador — caso houvessem se mantido no caminho da perfeita retidão —, poderiam continuar aprendendo de Deus por intermédio de Suas obras. Contudo, ao darem ouvidos ao tentador e pecar contra Deus, a luz das vestes da celestial inocência se apartou deles. Privados da luz celestial, não eram mais capazes de perceber o caráter de Deus nas obras de Suas mãos.A desobediência do homem também serviu para operar uma alteração na própria natureza. Contaminada pela maldição do pecado, hoje ela é incapaz de apresentar um perfeito testemunho em relação a seu Criador. Não consegue mais revelar a perfeição de Seu caráter. — Testemunhos para a igreja, vol. 8, pp. 255 e 256. B. Que mudança ocorreu na natureza humana? Jeremias 17:9; 1 Coríntios 2:14. Sua natureza [de Adão e Eva] ficou depravada pelo pecado; sua força para resistir ao mal foi diminuída, e o caminho para Satanás ganhar mais fácil acesso a eles estava aberto. Em sua inocência, cederam à tentação; e agora, em estado de culpa consciente, teriam menos capacidade de se manterem íntegros. — Patriarcas e profetas, p. 61.Existe, na natureza humana, quando separada da Fonte da verdade, uma contínua oposição aos caminhos e à vontade de Deus. Os aspectos físico, mental e moral do ser estão sob o controle de impulsos precipitados. As afeições se depravam, e toda faculdade confiada ao homem para um sábio emprego é desmoralizada. O homem está morto em ofensas e pecados. A inclinação opera, a paixão mantém o controle, e seus apetites são influenciados por um poder do qual não tem consciência. Ele fala de liberdade e de atitudes livres, mas está na pior escravidão. Não pertence a si mesmo. Não lhe é permitido ver a beleza da verdade, pois a mente carnal é inimiga de Deus e não está sujeita à Lei divina. Ele vê a verdade como mentira, e a mentira como verdade. A mente controlada por Satanás é fraca em poder moral. — The Review and Herald, 17 de fevereiro de 1891.

3. DEUS DÁ O PRIMEIRO PASSO Terça-feira 2 de abril
A. Que providência divina finalmente garantiu libertação ao culpado casal? Gênesis 3:15. Para o homem, o primeiro sinal de redenção foi dado na sentença pronunciada sobre Satanás no jardim. Declarou o Senhor: [cita-se Gênesis 3:15]. Esta sentença, proferida aos ouvidos de nossos primeiros pais, foi para eles uma promessa. Ao mesmo tempo em que profetizava guerra entre o homem e Satanás, declarava que o poder do grande inimigo finalmente seria quebrado. Adão e Eva estavam diante do justo Juiz na qualidade de criminosos, esperando a sentença em que, pela transgressão, tinham incorrido; mas antes que ouvissem sobre a vida de lutas e tristezas que devia ser a sua porção, ou o decreto de que deviam voltar ao pó, escutaram palavras que não poderiam deixar de lhes trazer esperança. Ainda que devessem sofrer pelo poder de seu forte adversário, poderiam aguardar ansiosamente a vitória final. — Patriarcas e profetas, pp. 65 e 66.O Filho de Deus Se ofereceu para expiar com Seu próprio sangue as transgressões deles. Seria permitido um período de graça a eles, durante o qual, pela fé no poder de Cristo para salvar, poderiam tornar-se novamente filhos de Deus. — Profetas e reis, p. 682.Nunca a inimizade foi desenvolvida em um grau tão elevado como quando Cristo Se tornou um habitante desta Terra. Nunca antes havia existido um ser em nosso mundo que odiasse o pecado com um ódio tão perfeito como Cristo. Ele havia testemunhado o poder enfeitiçante e enganador do pecado sobre os santos anjos, e todos os Seus poderes foram alinhados contra o mal. — Mensagens escolhidas, vol. 1, p. 254. B. Que condição natural ao homem após a queda tornou necessária a promessa de inimizade? Salmos 10:4; Romanos 3:11. Em vez de batalhar contra Satanás, contra quem a mente natural está em guerra? Romanos 8:7. Quando o homem transgrediu a Lei divina, sua natureza se tornou má, e ele ficou em harmonia com Satanás, em vez de se tornar inimigo dele. Não existe, por natureza, nenhuma inimizade entre o homem pecador e o originador do pecado. Ambos se tornaram malignos pela apostasia. [...] Se Deus não houvesse interferido de modo especial, Satanás e o homem teriam dado as mãos em aliança contra o Céu; e, ao invés de alimentar inimizade contra Satanás, toda a família humana teria se unido em oposição a Deus. — O grande conflito, p. 505.

4. A VINDA DE UM LIBERTADOR Quarta-feira 3 de abril
A. Que surpreendente sacrifício Jesus fez para salvar o homem caído? Filipenses 2:5-8. Assim que o pecado passou a existir, também houve um Salvador. Cristo sabia que teria de sofrer; mas, mesmo assim, Se tornou o substituto do homem. Tão logo Adão pecou, o Filho de Deus Se ofereceu como garantia para a raça humana, com tanto poder para evitar a desgraça pronunciada contra os culpados como quando morreu na cruz do Calvário. — The SDA Bible Commentary [E. G. White Comments], vol. 1, p. 1084.No mesmo instante em que o homem aceitou as tentações de Satanás e fez as mesmas coisas que Deus lhe havia dito para não fazer, Cristo, o Filho de Deus, Se pôs entre os vivos e os mortos, dizendo: “Que a punição recaia sobre Mim. Eu ficarei no lugar do homem para que ele tenha outra chance”. — Ibidem, p. 1085. B. Como Deus procurou gravar na mente humana as consequências do pecado e a provisão de um Salvador? Hebreus 9:13 e 14; Romanos 6:23. Para Adão, a oferta do primeiro sacrifício foi uma cerimônia dolorosíssima. Sua mão deveria erguer-se para tirar a vida, a qual unicamente Deus podia dar. Foi a primeira vez que testemunhou a morte, e sabia que, se tivesse sido obediente a Deus, não teria havido morte de homem ou animal. Ao matar a inocente vítima, tremeu com o pensamento de que seu pecado deveria derramar o sangue do imaculado Cordeiro de Deus. Essa cena deu-lhe uma percepção mais profunda e vívida da grandeza de seu pecado, que coisa alguma a não ser a morte do amado Filho de Deus poderia expiar. E abismou-se com a infinita bondade que daria tal resgate para salvar o culpado. Uma estrela de esperança iluminou o futuro tenebroso e terrível, e o aliviou de sua desolação total. — Patriarcas e profetas, p. 68.O sistema de sacrifícios deveria ensinar humildade ao homem, em vista de sua condição caída, e levá-lo ao arrependimento e à confiança exclusiva em Deus pelo prometido Redentor, mediante o perdão das passadas transgressões da Lei. — A história da redenção, pp. 145 e 146. C. Cite alguns personagens bíblicos que profetizaram a vinda do Salvador. Judas vers. 14 e 15; Gênesis 49:8-10; Números 24:17.

5. UM ATRASO NO CUMPRIMENTO? Quinta-feira 4 de abril
A. Qual poderia ter sido o pensamento de muitos em relação ao prometido Libertador? Ezequiel 12:22. A vinda do Salvador foi predita no Éden. Quando Adão e Eva ouviram pela primeira vez a promessa, aguardavam-lhe o imediato cumprimento. Receberam alegremente seu primogênito, na esperança de que fosse o Libertador. Mas o cumprimento da promessa demorava. Aqueles que primeiro a receberam, morreram sem a ver. Desde os dias de Enoque, a promessa foi repetida por meio de patriarcas e profetas, mantendo viva a esperança do aparecimento do Messias, mas Ele não vinha. — O Desejado de Todas as Nações, p. 31. B. Qual foi a resposta de Deus? Gálatas 4:4. Houve realmente um atraso no cumprimento do propósito divino? Mas, como as estrelas no vasto circuito de sua indicada órbita, os desígnios de Deus não conhecem adiantamento nem tardança. [...] “E, [...] naquele mesmo dia” apontado na divina promessa, “todos os agrupamentos do Senhor saíram da terra do Egito” (Êxodo 12:41). Assim, nos conselhos celestiais, fora determinada a hora da vinda de Cristo. Quando o grande relógio do tempo indicou aquela hora, Jesus nasceu em Belém.“Vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou Seu Filho”. A Providência havia dirigido os movimentos das nações e a onda do impulso e influência humanos, até que o mundo se achasse maduro para a vinda do Libertador. —Ibidem, p. 32.

PARA VOCÊ REFLETIR Sexta-feira 5 de abril
1. Como o homem era capaz de entender, antes de sua queda, o caráter de Deus? 2. De que modo a natureza humana foi alterada como consequência do pecado? 3. Por que Deus implantou inimizade no homem? Onde estaríamos agora sem ela? 4. Por que o Senhor deu aos nossos primeiros pais o sistema sacrifical? 5. Será que a vinda do Libertador sofreu algum atraso? Por quê?
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