Libertando nosso próximo Dai, e vos será dado; recebereis uma boa medida, cheia, generosa e transbordante (Lucas 6:38).
Estudo adicional:
A ciência do bom viver, pp. 161-182 (capítulo 10: “Auxílio aos tentados”).
Aquele que é dono do mundo possui ricos recursos e abençoará a todos os que, por sua vez, procuram abençoar outros. — A ciência do bom viver, p. 200.
1. SEGUINDO O EXEMPLO DE JESUS Domingo 19 de maio
A. Como Jesus ensinou Seus discípulos a trabalhar em favor de outros? João 13:34.O exemplo do Salvador deve ser o padrão de nosso serviço em prol dos tentados e errantes. Devemos manifestar em relação a outros o mesmo interesse, ternura e longanimidade que Ele manifestou por nós. [...] Se Cristo habitar em nós, revelaremos Seu abnegado amor a todos com quem entrarmos em contato. Ao virmos homens e mulheres necessitados de atenção e ajuda, não devemos perguntar: “Será que são dignos?”, mas, ao invés disso: “De que modo posso ajudá-los?” — A ciência do bom viver, p. 162.B. Como Jesus ensinou o valor de uma alma? Lucas 15:4-10. O que podemos aprender disso?A moeda perdida, na parábola do Salvador, apesar de estar sob a poeira e o lixo, ainda era uma peça de prata. Sua proprietária a procurou porque tinha valor. Assim, por mais que tenha sido degradada pelo pecado, toda alma ainda é considerada preciosa à vista de Deus. [...]O amor de Cristo, manifestado em palavras e atos, conquistará seu caminho para a alma quando a repetição de preceitos ou argumentos não conseguiria nada.Precisamos de mais simpatia como a de Cristo [...] em favor das pobres, lutadoras e sofredoras almas, que muitas vezes caem no erro, pecando e se arrependendo, tentadas e desencorajadas. — Ibidem, pp. 163 e 164.
2. TRABALHANDO EM FAVOR DOS TENTADOS Segunda-feira 20 de maio
A. Com que urgência deveríamos trabalhar em favor daqueles que estão fora do aprisco? Lucas 14:23.Os motivos cristãos exigem que trabalhemos com um firme propósito, um incansável interesse e crescente insistência por essas almas a quem Satanás está procurando destruir. Coisa alguma nos deve esfriar a fervorosa, anelante energia pela salvação dos perdidos. — A ciência do bom viver, p. 164.B. Qual deveria ser nossa atitude para com aqueles que lutam contra o pecado? Por quê? Gálatas 6:1; Romanos 14:10.Era uma contínua dor para Cristo ser posto em contato com a inimizade, a depravação e a impureza; no entanto, nunca expressou nada que desse a entender que Suas sensibilidades tinham sido feridas ou Seus refinados gostos, ofendidos. Fossem quais fossem os maus hábitos, os fortes preconceitos ou as arrogantes paixões dos seres humanos, Ele os contemplava com terna piedade. Ao partilharmos de Seu Espírito, consideraremos todos os homens como irmãos, com tentações e provas semelhantes, caindo muitas vezes e lutando para se reerguerem, combatendo desânimos e dificuldades, ansiando por compaixão e auxílio. Então nos achegaremos a eles de modo a não desanimá-los ou afastá-los, mas despertando esperança em seus corações. [...]Com um senso de nossas próprias enfermidades, teremos compaixão das enfermidades alheias. [...]Um espírito terno, um comportamento gentil e cativante, pode salvar os que erram e encobrir uma multidão de pecados. — Ibidem, pp. 165 e 166.C. Que ensino de Jesus devemos ter em mente ao procurar ajudar os tentados? Mateus 7:12.Precisamos nos colocar no lugar dos tentados. Considere o poder da hereditariedade, a influência das más companhias e da malignidade do ambiente, assim como a força dos maus hábitos. Podemos nos admirar de que muitos se degradem sob tais influências? Podemos nos admirar de sua lentidão em reagir aos nossos esforços por seu reerguimento? — Ibidem, p. 168.
3. AJUDANDO OS INTEMPERANTES Terça-feira 21 de maio
A. Do que devemos nos lembrar ao tentarmos reerguer os que foram vencidos pelos vícios? Gálatas 6:9; Judas, vers. 23.Ao lidar com as vítimas da intemperança, devemos ter em mente que não estamos lidando com homens lúcidos, mas com aqueles que, por enquanto, estão sob o poder de um demônio. Seja paciente e longânimo. Não pense na aparência repulsiva e ameaçadora, mas na preciosa vida pela qual Cristo morreu para resgatar. Quando o bêbado despertar para o senso de sua própria degradação, faça o possível para demonstrar-lhe que você é um amigo. [...]Abra a Bíblia ao tentado e lutador, lendo várias vezes as promessas de Deus para ele. [...] Persista pacientemente em seus esforços, até que, com grata alegria, a mão trêmula se agarre à esperança da redenção em Cristo.Apegue-se firmemente àqueles a quem está tentando ajudar; do contrário, a vitória nunca será sua. Eles serão continuamente tentados ao mal. Muitas vezes serão quase vencidos pelo desejo de álcool; poderão cair aqui e acolá, mas não interrompa seus esforços por causa disso. — A ciência do bom viver, pp. 172 e 173.B. De que modo aqueles que estão presos aos maus hábitos podem alcançar a vitória? Salmos 119:11; Salmos 17:4Diga ao tentado para não olhar às circunstâncias, à fraqueza do eu ou à força da tentação, mas ao poder da Palavra de Deus. — Ibidem, p. 181.As vítimas do mau hábito devem ser despertadas para a necessidade de se esforçarem por si mesmas. [...] Tudo será em vão, a não ser que despertem para lutar em seu próprio favor. [...]Deus os convida a despertar para reaver, mediante o poder de Cristo, a varonilidade dada por Deus, que foi sacrificada em pecaminosas condescendências. — Ibidem, p. 174.C. A fim de alcançarem a vitória, qual deveria ser o foco dessas almas tentadas? Filipenses 4:8; Eclesiastes 9:10 (primeira parte).Manter a mente e o corpo ocupados em trabalho útil é essencial como salvaguarda contra a tentação. — Ibidem, p. 177.
4. MINISTÉRIO EM FAVOR DOS POBRES Quarta-feira 22 de maio
A. Em primeiro lugar, a quem deveríamos ajudar entre os necessitados? Gálatas 6:10.Em sentido especial, Cristo colocou sobre Sua igreja o dever de cuidar dos necessitados entre seus próprios membros. Ele permite que Seus pobres estejam dentro da jurisdição de todas as igrejas. Eles sempre estarão entre nós, e Jesus dá aos membros da igreja uma responsabilidade pessoal quanto a cuidar deles.Como os membros de uma verdadeira família cuidam uns dos outros, tratando dos doentes, sustentando os fracos, ensinando os ignorantes, exercitando os inexperientes, assim cumpre aos que pertencem à “família da fé” atender aos seus necessitados e inválidos. Em nenhuma circunstância devem ser passados por alto. — A ciência do bom viver, p. 201.B. Qual é, geralmente, a carência de muitos pobres, e como podemos ajudá-los? Provérbios 13:23.Pelo ensino de atividades práticas, podemos ajudar os pobres com mais eficiência. De modo geral, os que não foram educados no trabalho, não costumam ser dedicados ao serviço nem manifestar perseverança, economia e abnegação. [...]A caridade verdadeira ajuda os homens a ajudarem a si próprios. [...] Verdadeiro auxílio significa mais do que simples presentes. Significa um interesse genuíno pelo bem-estar dos outros. [...] Dedicar tempo, pensamento e esforço pessoal custa muito mais do que simplesmente dar dinheiro. Mas essa é a mais genuína caridade.Aqueles que são ensinados a trabalhar duro pelo que recebem aprenderão mais prontamente a fazer melhor uso de suas receitas. — Ibidem, pp. 194 e 195.C. Que promessas estão reservadas aos que ajudam os pobres? Lucas 6:35 e 38; Provérbios 28:27.Ninguém precisa ter medo de que sua generosidade os leve à pobreza. A obediência aos mandamentos de Deus certamente resulta em prosperidade. — Ibidem, p. 187.É propósito de Deus que ricos e pobres estejam intimamente unidos por laços de simpatia e solicitude. Aqueles que têm meios, talentos e capacidades devem usar esses dons para abençoar seus semelhantes. — Ibidem, p. 193.
5. SOCORRENDO O DESAMPARADO Quinta-feira 23 de maio
A. Que outra obra de auxílio cristão faz parte integrante da verdadeira religião? Tiago 1:27; Jeremias 49:11; Deuteronômio 10:18. Que bênção está vinculada a essa obra?Quando tudo tiver sido feito para levar o pobre a se ajudar a si mesmo, restam ainda a viúva, o órfão, o idoso, o desamparado e o enfermo, os quais exigem simpatia e cuidados. São pessoas que nunca devem ser negligenciadas. São confiados pelo próprio Deus à misericórdia, amor e terno cuidado de todos a quem Ele tornou Seus mordomos. — A ciência do bom viver, p. 201.O Senhor não auxilia a viúva e o órfão por meio de um milagre, enviando maná do Céu ou corvos para levar-lhes alimento, mas por um milagre no coração humano, expulsando o egoísmo e desobstruindo as fontes do amor cristão. — Ibidem, p. 202.Há uma bênção no convívio entre idosos e jovens. Estes podem levar a luz do Sol ao coração e à vida dos idosos. [...] E os jovens podem ser ajudados pela sabedoria e experiência dos mais velhos. — Ibidem, p. 204.B. O que sabemos acerca dos desamparados e pobres? Marcos 14:7; Deuteronômio 15:11. Por que Deus permite isso?Ao colocar os pobres e desamparados entre eles, de modo que dependam de sua ministração, Cristo prova Seus professos seguidores. Por nosso amor e serviço em favor de Seus filhos necessitados, demonstramos a têmpera de nosso amor por Ele. O desprezo a eles é uma declaração de falso discipulado, pois estaríamos afirmando que somos estranhos a Cristo e a Seu amor. — Ibidem, p. 205.
PARA VOCÊ REFLETIR Sexta-feira 24 de maio
1. Como podemos seguir o exemplo de Jesus ao trabalhar pelos que erram?2. O que podemos aprender do modo como Jesus encarava a depravação e a impureza?3. Como podemos ajudar os que lutam contra as algemas do vício? Do que devemos nos lembrar nesse caso?4. Que classe de pessoas necessitadas jamais devemos negligenciar?5. Por que Deus colocou os pobres em nosso meio? Como podemos melhor ajudá-los?